INTERMUNICIPAL: MACARANI E ITAPETINGA FICAM NO EMPATE COM CASA CHEIA NESTE DOMINGO.


Macarani e Itapetinga empata em 0 a 0 pela terceira rodada da primeira fase do intermunicipal 2018.
Num jogo cheio de confusão, onde a seleção de Macarani teve logo aos 5 minutos o goleiro expulso, a seleção local que tinha a estreia de Paulo Almeida, resistiu até o fim o bom selecionado de Itapetinga, numa falta com 44 minutos do segundo tempo (vídeo) Paulo, acerta o travessão.
Ao final conversei com Paulo Almeida (vídeo), que mais uma vez demonstrou tristeza por Itarantim não ter entrado no intermunicipal e o estádio municipal se encontrar fechado. Mais de 2 mil pessoas lotaram o estádio Carlitão para acompanhar o time que precisa vencer seus jogos para sonhar com a classificação no certame.  




























MARCELO MELO MOSTRA FORÇA POLÍTICA EM SEU LANÇAMENTO OFICIAL DE CANDIDATURA.


O candidato à deputado federal, Marcelo Melo, na noite do dia (24) fez lançamento oficial de sua candidatura em Vitoria da Conquista. Esteve presente, militantes, lideranças, apoiadores da campanha do candidato de toda região sudoeste da Bahia e sul. De Itarantim esteve presente uma comitiva e lideranças que irão apoiar Marcelo Melo neste pleito que, segundo o advogado Eduardo Almeida (Du), ex-candidato à prefeito, a nossa cidade merece um represente que seja da nossa região e que Marcelo tem essa preocupação de representar com todas as características. O evento mostrou a força de Marcelo e a facilidade que ele tem de dialogo com todos, é reconhecido pelo o respeito e trabalho até mesmo por grupos opositores, estando à frente da pasta da educação em Vitória da Conquista onde pode fazer um bom trabalho. Na sua fala (Marcelo) deixou claro sobre a falta de representatividade que nossa região nos últimos tempos vem tendo, ele acredita que nossa região pode ser melhor representada e precisa do apoio de cada um nessa jornada. Em Itarantim, nos próximos dias, Marcelo tem uma vasta agenda de diálogos.










































 

LANÇAMENTO OFICIAL DA CAMPANHA DE MARCELO MELO REUNE LIDERANÇAS DE ITARANTIM.


Na de ontem (24) em Vitória da Conquista aconteceu o lançamento oficial da campanha do candidato à deputado federal, Marcelo Melo. Lideranças Itarantienses, como Dr. Eduardo Almeida (Du), Luciano da Luconte (Vei), o ex-vereador Peuia, Jakson da Saúde, os vereadores Gilmar Garrancho e Celita Carvalho, marcaram presença no evento que lotou o auditório, com as presenças de apoiadores de Vitória da Conquista e região.
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VIOLÊNCIA NO BRASIL GEROU 3,5 VEZES MAIS MORTES DO QUE TODOS OS ATAQUES TERRORISTAS NO MUNDO EM 2017


Enquanto vários políticos surfam na onda do pânico da população e defendem violência e vingança como fórmula para reduzir o crime, o Brasil vai batendo recordes e mais recordes de violência e dá provas que está em acelerado processo de desconsolidação democrática e civilizatória.
Não estamos sendo capazes de compreender a urgência de uma ampla coalização em torno de um projeto de redução da violência letal no país. E, nesta toada, tornamo-nos insensíveis ao sofrimento provocado pela violência do crime e pela insensatez violenta das políticas públicas.
A maior evidência do fracasso do Brasil em prevenir a violência e controlar o medo e o crime em seu território é a cifra de casos de mortes violentas intencionais registrada em 2017: 63.880 casos.
Para se ter uma ideia da magnitude deste número, ele é três vezes e meia maior do que o total de mortes provocadas por todos os atos terroristas ocorridos no mesmo ano no mundo, segundo dados do Jane`s Terrorism and Insurgency Center. Em 2017, o mundo teve 18.475 pessoas assassinadas em ataques terroristas.
Se estes números parecem exagerados, aqueles observados para o período 2014-2017, são ainda mais emblemáticos, pois reforça, a ideia de que vivemos em um permanente estado de exceção. Em 4 anos, o mundo registrou 124.382 vítimas fatais do terrorismo. E, no Brasil, foram mortas 243.545 pessoas de modo intencionalmente violento no mesmo período.
Porém, se desde 2001, quando dos ataques às Torres Gêmeas, em Nova Iorque, o mundo foi forçado a aprender, a um custo abominável de vidas e de dor, sobre os riscos e a perversidade do terrorismo contemporâneo, o Brasil teima em acreditar em promessas vazias e em salvadores da pátria e não se mobiliza.
O mundo mudou completamente a partir do 11 de setembro de 2001, mas nós ainda ficamos à espera da procissão de milagres narrada por Sérgio Buarque no livro Visão do Paraíso, de 1959.
Enquanto vemos o tempo passar, o país não parece muito preocupado com a vida de milhões de jovens, em sua maioria pobres e negros, que são mortos todos os anos. E, se a violência é uma das marcas mais profundas da nossa história, o momento atual a traz à tona de modo muito intenso e inédito em razão das novas configurações do crime organizado em torno de drogas e armas e da forma como o Estado, em suas múltiplas instâncias e poderes, tem insistido em tratá-las.
Reportagem de Flávio Costa e Luís Adorno, no UOL, mostra que o território nacional está tomado por uma guerra entre as várias organizações criminais existentes e que, a partir da disputa pela hegemonia no mundo do crime, o PCC (Primeiro Comando da Capital), tem usado as prisões como plataforma de invasão e dominação de territórios.
Há uma guerra entre facções que mimetiza técnicas do terrorismo político e religioso e, como se fosse algo quase que “naturalizado”, vemos cenas de decapitações sem maior indignação e ação por parte das autoridades.
Mas o mais surreal é ver que os políticos que assumem a valentia retórica da violência como melhor resposta para o crime, esquecem-se que os principais líderes do PCC e das demais grandes fações criminosas estão presos. O problema, portanto, não é prender, mas sufocar a capacidade das organizações criminosas em se financiarem.
Nenhum desses falsos profetas disse o que pretende fazer para achar e bloquear o dinheiro que move o crime organizado no país. É mais pop defender invasões bélicas às comunidades tomadas pelo tráfico, mesmo que ao custo de mortes de todos os lados, como os 3 militares do Exército Brasileiro e os 8 moradores, vítimas do confronto no Complexo do Alemão, na semana última.
Estamos banalizando a morte e estamos nos tornando insensíveis à dor e ao sofrimento da população que vive sob o fogo cruzado da tirania do crime organizado e da completa incapacidade do Poder Público em unir esforços em torno de um projeto de nação verdadeiramente democrático e informado pela nossa Constituição Cidadã.
Demagogos denunciam a agenda de direitos como excessiva ou de “esquerda”, mas são estes mesmos que, ao proporem jogar direitos na “latrina”, escondem que estão protegidos por coletes à prova de bala e por seguranças fortemente armados. É fácil explorar o medo e denunciar direitos quando se é político profissional e o sofrimento alheio é visto como mera oportunidade de angariar votos.(Folha de S. Paulo)

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